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Os perigos de entrar em desidratação

Descubra quais poderão ser os perigos da desidratação e quais as estratégias para os evitar.

A ingestão adequada de água é vital para manter o equilíbrio no nosso organismo e não é necessário estar muito calor para correr o risco de entrar em desidratação. Além disso, a desidratação prolongada, ainda que ligeira, pode ter efeitos a longo prazo na saúde. Desse modo, poderá ter efeitos negativos tanto a nível cardíaco, como renal, respiratório ou digestivo.

Importância da hidratação

Sabia que cerca de 2 terços do nosso corpo são compostos por água? Por ser tão importante, são vários os mecanismos que o organismo tem para regular a nossa hidratação. É por isso que conseguimos manter um equilíbrio entre a entrada e a saída de água do nosso organismo. No entanto, apenas conseguimos tomar consciência de um desses mecanismos, através da sensação de sede.

 

Uma hidratação adequada pode prevenir:

 

  • Infeções do trato urinário;
  • Dores de cabeça;
  • Prisão de ventre;
  • Cálculos renais (mais conhecidos como «pedras» nos rins);
  • Problemas de pele.

Quem está em risco de desidratação?

Qualquer pessoa pode atingir um estado de desidratação. No entanto, é importante saber reconhecer alguns grupos de risco. Os bebés e crianças são mais suscetíveis a desenvolver desidratação, uma vez que têm um peso corporal menor. Ou seja,  mesmo uma pequena perda de fluidos numa criança pode ser mais significativa do que num adulto. Mas não são só as faixas etárias mais jovens que devem ter atenção à ingestão de fluidos.

 

É frequente que os idosos não se apercebam tão facilmente de quando estão em estado de desidratação. Por isso, devem ingerir fluidos com frequência. Além disso, pessoas com doenças crónicas, como a diabetes ou condições como o alcoolismo também podem mais facilmente atingir estados de desidratação.

 

Mesmo quando não nos encontramos num dos grupos de risco, quando praticamos atividade física também perdemos grandes quantidades de fluidos corporais através do suor e da respiração. Assim sendo, devemos ter em atenção a reposição de líquidos.

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6 bebidas que pode consumir na diabetes

Diabetes e desidratação

 

Os níveis elevados de açúcar no sangue podem aumentar o risco de desidratação. Isto acontece porque os rins irão tentar remover parte desse excesso de açúcar no sangue através da urina. Neste processo também ocorre perda de água, que deve ser reposta. É por esta razão que é frequente ter um aumento de sede quando os níveis de glicose no sangue estão muito elevados.

 

No caso de pessoas com diabetes insipidus, também pode ocorrer desidratação. Pessoas com este tipo de diabetes poderão ser aconselhadas a ingerir uma quantidade especifica de fluidos ou bebidas enriquecidas, calculados de acordo com as suas necessidades.

Sinais e sintomas de desidratação

Quando as perdas de líquidos do organismo não são repostas podemos estar perante um estado de desidratação. A urina mais escura e com um cheiro forte pode significar que precisamos aumentar a ingestão de líquidos, sendo este um sinal de desidratação bastante frequente.

 

Os sinais e sintomas de desidratação poderão incluir:

 

  • Sede;
  • Dor ao urinar;
  • Diminuição da necessidade de urinar;
  • Boca, lábios e olhos secos;
  • Tonturas;
  • Dores de cabeça;
  • Dificuldade de concentração;
  • Aumento ou diminuição do ritmo cardíaco;
  • Convulsões (em casos de desidratação severa)

Evite a desidratação

Segundo o conselho científico do Instituto de Hidratação e Saúde devemos ingerir 1,5 a 2 litros de líquidos por dia. Nesse sentido, podemos recorrer à ingestão de água e de outras bebidas como leite, bebidas vegetais, sumos, chá e infusões. Existem também alguns alimentos com um teor de água mais elevado, como sopas, saladas e fruta.

 

As necessidades de água variam ao longo do dia, em função de vários fatores como a alimentação, a atividade física e a temperatura ambiente. Assim sendo, a escolha das fontes de hidratação deve ser feita no enquadramento de uma alimentação saudável e depende do indivíduo e das suas necessidades.

Fontes

Referências

  • Diabetescouk
  • NHS Inform
  • Probeb Associação Portuguesa das Bebidas Refrescantes não Alcoólicas
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